ARTIGOS - Transportes
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Serra do Cafezal Br116/SP - Papagaio come milho e o meio ambiente leva a culpa
Autor(es): Lea Correa Pinto
01/06/2011É melhor prevenir do que remediar, daí reiterarmos nossos pleitos como stakeholders civis à OHL e à ANTT no sentido de viabilizarem a correção dos degraus acentuados na borda externa dos acostamentos ao longo da Serra do Cafezal, que conforme o ACÓRDÃO 746/2010 TCU, colocam em risco a segurança dos usuários da rodovia, acresça-se na Serra do Cafezal Br 116/SP os gravames advindos pelos tombamentos dos veículos de cargas de mercadorias bem como os de cargas tóxicas e perigosas, que ocasionam as costumeiras interrupções do fluxo de veículos. Neste sentido, estendemos recomendação às empresas rodoviárias de frotas de carga que realizem o levantamento quilométrico destes degraus acentuados, principalmente aqui na Serra, de forma a pontuar o alerta em seus rotogramas.
Artigo postado pelo(a) usuário(a) Lea Correa Pinto
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PLANO NACIONAL DE LOGÍSTICA E TRANSPORTE (PNLT): AFINAL, DO QUE SE TRATA?
Autor(es): SOUZA, V. H. P. de
20/01/2011Após um longo período de estagnação econômica, o planejamento do governo para com os sistemas de movimento no território nacional foi marcado por medidas paliativas e emergenciais; entretanto, no ano de 2006 o governo federal lançou o PNLT – “Plano Nacional de Logística e Transportes”. Trata-se de uma parceria entre o Ministério da Defesa, através do CENTRAN – “Centro de Excelência em Engenharia de Transportes” e do Ministério dos Transportes; este, enquanto plano de caráter indicativo, almeja ser a retomada do planejamento de médio e de longo prazo para o setor. O mesmo ainda serviu de base para a elaboração do “Plano Plurianual (PPA) 2008-2011”, que deverá orientar o futuro do PPA até meados de 2023. Além de ter sido essencial para a elaboração do principal programa do Governo Luís Inácio Lula da Silva, o “Programa de Aceleração do Crescimento” (PAC), lançado pelo Governo Federal em 22 de janeiro de 2007, é integrado ao PNLT no que tange às medidas relativas às infraestruturas de transportes para seu horizonte 2008-2011. Logo, ao término do período proposto, espera-se uma alteração na matriz de transporte brasileira, isto é, busca-se a reversão da ênfase dada durante anos ao modal rodoviário. Para tanto, deve-se ampliar a participação do modal ferroviário de 25% para 32%; do modal aquaviário de 13% para 29% e; do modal aquaviário de 13% para 29%, dutoviário de 3,6% para 5% e o aéreo de 0,4 para 1%, reduzindo a participação do modal rodoviário de 58% para 33%, elevando a fluidez neste último devido à maior competitividade que os demais modais devem adquirir através da ampliação e a adequação que a elevação dos investimentos ocasionará.
Artigo postado pelo(a) usuário(a) Vitor Helio Pereira de Souza
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ASPECTOS ECONÔMICOS E INFRA-ESTRUTURA RODOVIÁRIA NO ESTADO DE SÃO PAULO: UMA RELAÇÃO SOLIDÁRIA
Autor(es): SOUZA, V. H. P. de; SILVEIRA, M. R.
18/01/2011Na atualidade, constata-se uma grande concentração das atividades produtivas de maior valor agregado no Estado de São Paulo, assim como uma maior concentração de infra- estrutura neste espaço, que apresenta um índice de rodovias por km² superior a média brasileira e até mesmo à média de alguns países da América do sul, assim como um grande adensamento de fluxos de mercadorias. Porém a distribuição destes fixos e fluxos não se deu de forma homogenia pelo tempo e espaço. Este trabalho tem como objetivo contribuir para a compreensão da organização dos fixos e fluxos rodoviários no Estado de São Paulo e suas singularidades, com destaque para o Oeste Paulista
Artigo postado pelo(a) usuário(a) Vitor Helio Pereira de Souza
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DOS GRANDES PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO AOS PROJETOS PONTUAIS NO BRASIL E A INFLUÊNCIA DO MODAL RODOVIÁRIO
Autor(es): SOUZA, V. H. P de; SILVEIRA, M. R.
18/01/2011As aglomerações de empresas sempre estiveram no centro dos planos de desenvolvimento brasileiro. Primeiramente, nos grandes projetos das décadas de 1960 e de 1970 do século XX, com os pólos de desenvolvimento e complexos industriais e, consecutivamente a partir dos anos de 1989, com o paradigma atual de organização territorial dos Arranjos Produtivos Locais (APLs), enquanto forma de intensificar o poder de competição das micro e pequenas empresas. Todavia, tais projetos não fluiriam se, associados a eles, não houvesse planejamento para os sistemas de movimento no território. O rodoviarismo foi o mais adequado meio para o escoamento da produção das ilhas de prosperidade, da captação de matérias- primas e para a concretização do movimento circulatório do capital no território brasileiro, com a entrega da mercadoria ao consumidor. Nesse sentido, há o rompimento dos arquipélagos geoeconômicos e as desigualdades regionais assumem outro nível, ou seja, no plano produtivo. Logo, estabelecem-se novos padrões de interações espaciais.
Artigo postado pelo(a) usuário(a) Vitor Helio Pereira de Souza
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Gato por lebre?
Autor(es): Creso de Franco Peixoto
17/11/2010No Brasil, a resolução 212 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) obriga veículos à instalação de chip de identificação nos pára-brisas. Implanta-se o Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav). Ao se passar por barreiras de controle, serão enviadas informações sobre viagem e dados veiculares para um centro de controle operacional (CCO). Um pesadelo, caso estas informações sejam usadas indevidamente.
Artigo postado pelo(a) usuário(a) Logistica Total
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